Curso de Banjo

Em Grupo:

Aulas: práticas (60 minutos de duração) teóricas (60 minutos de duração)

Ministradas 2 vezes por semana.

Mensalidade:

1º Mês: R$ 215,00

2º Mês: R$ 215,00

3º Mês: R$ 215,00

4° Mês: R$ 215,00

5° Mês: R$ 195,00

Individual:

Aulas: práticas (45 minutos de duração) teóricas (60 minutos de duração)

Ministradas 2 vezes por semana.

Mensalidade:

R$ 295,00

Local: Escola ABC MUSICAL.

Alameda Glete, 1018 - Bairro Santa Cecília / SP - CEP: 01215-001
(próximo da estação do metrô santa cecília)
São Paulo
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E-mail: abcmusical@abcmusical.com.br

História do Banjo


Existe um consenso universal de que a origem do banjo vem da África, trazido para as Américas através dos escravos. O banjo foi associado com a cultura africana até aproximadamente 1840. Naquele momento da história houve uma grande onda do chamado "menestrel" uma espécie de diversão musical com músicos brancos com rostos pintados de preto com roupa superdimensionada. O menestrel frequentemente incluía um tocador de banjo (além da rabeca, pandeiro e ossos) que usava a técnica de bater nas cordas com suas unhas para baixo, gerando um som forte e violento. Este estilo era chamado de "stroke" (batida) e era similar a maneira que se acreditava ter sido a dos escavos.

Em meados da década de 1860 um novo estilo apareceu, conhecido como estilo de violão, sendo mais refinado que as técnicas daquele instrumento da época. Esta forma criou um som mais melodioso do que o estilo da batida. Durante os 20 anos seguintes, o estilo "violão" ganhou uma imensa popularidade nos Estados Unidos e na Inglaterra, especialmente na sociedade alta da população branca.

Um pioneiro deste novo movimento era conhecido como Samuel Swain Stewart (1855-1898), um construtor de instrumentos musicais e publicitário da Filadélfia.

Em meados da década de 1880 se alcançou o auge da onda dos banjoistas quando milhares de peças foram publicadas, variando de marchas simples e danças até arranjos de operetas. Solistas com salários altíssimos viajaram extensamente para se apresentar. Começaram a aparecer conjuntos de banjo de duos, trios e orquestras inteiras com muitas variedades de banjos misturando-se com bandolins e violões em todo lugar e especialmente em campus de faculdades.

A primeira guerra mundial deixou os americanos um pouco isolados e abriu o caminho para a música " American-made" pelo prazer. O Jazz entrou em cena e adotou o banjo como parte integrante do conjunto. Inicialmente apareceu o banjo de palheta "Plectrum" seguido pelo banjo tenor com um braço mais curto.

Em 1929, no colapso de mercado de capitais que provocou uma depressão mundial, o banjo quase foi extinto. A procura para aquele som claro e alegre desapareceu. As orquestras profissionais passaram por uma transição das cordas e começaram a dar preferências aos violões com seus sons mais suaves.

Em 1945 apareceu Earl Scruggs. um jovem de 21 anos na banda de Bill Monroe & his Bluegrass Boys com o seu banjo de 5 cordas que começou a revolucionar um novo estilo de tocar o instrumento, o chamado " 3-finger style" baseado no já conhecido estilo clássico. Earl Scruggs, hoje com 77 anos, é considerado uma lenda do 5-string banjo e ainda se apresenta em festivais musicais de Bluegrass. Dizem os seus seguidores que o seu estilo de tocar foi infinitamente imitado mas nunca duplicado durante as últimas décadas. (Erio Meili, setembro 2001- Presidente - São Paulo Bluegrass Music Association)

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